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O CAVALO
O CAVALO

         

 

O Cavalo

O cavalo é uma das peças mais importantes no xadrez, possuindo uma flexibilidade que o torna poderoso. O cavalo é a única peça do tabuleiro que pode pular sobre outras peças. O cavalo move-se por duas casas horizontalmente ou verticalmente e então uma casa a mais em um ângulo reto. O movimento do cavalo forma um “L”. O cavalo sempre termina seu movimento em uma casa de cor oposta à inicial. O cavalo pode pular sobre peças de qualquer cor enquanto vai para sua casa de destino, mas ele não captura nenhuma das peças que pula. O cavalo captura quando termina seu movimento na casa de uma peça adversária. O cavalo não pode terminar seu movimento em uma casa ocupada por uma peça da mesma cor. Uma vez que o movimento do cavalo não é em linha reta, ele pode atacar uma rainha, bispo ou torre sem ser atacado reciprocamente por esta peça.

O cavalo é uma peça menor do xadrez ocidental de um valor aproximado de três peões. Tem um movimento assemelhado a um "L" e, diferente das outras peças, pode pular as peças intervenientes. Captura tomando a casa ocupada pela peça adversário, sendo sempre no final do L.

No início de uma partida, cada jogador tem duas peças que são dispostas nas colunas b e g, na primeira fileira para as brancas e na oitava para as pretas. A peça é mais ativa no centro ampliado onde pode atacar mais casas do que no canto e é a única que não consegue perder um tempo e em função disso não consegue evitar posições de zugzwang. Jogadores inexperientes normalmente temem o cavalo por não compreender o modo excêntrico de seu movimento, sendo pegos de surpresa com a tática do garfo. Ao final da partida, sua vantagem nem sempre é o suficiente para garantir a vitória por não conseguir atravessar o tabuleiro em um só movimento embora seja um bom bloqueador de peões.

A peça é utilizada em praticamente todas as variantes do xadrez, normalmente na mesma posição da versão ocidental, sempre com o mesmo movimento característico e o nome ligado ao animal cavalo. O nightrider é uma peça que tem o seu movimento semelhante ao cavalo tendo sido criada para utilização em problemas de xadrez.

Uma das lendas que acompanham a criação do jogo conta que o brâmane Sissa criou o "chaturanga", predecessor mais antigo do xadrez, a pedido do Rajá indiano Balhait. Sissa tomou por base as figuras do exército indiano, e incluiu o cavalo como forma representativa da cavalaria e do papel que esta desempenhava nos exércitos durante a guerra. De acordo com relatos gregos, esta era a composição do exército indiano desde o Séc. IV a.C. A palavra chaturanga, que nomeou a primeira versão do jogo, tem o significado ligado às partes do exército no Ramáiana e no Mahabharata no qual o exército é expressamente chamado de hasty-ashwa-ratha-padatam do qual ashwa é a palavra em sânscrito para o animal cavalo.

No idioma persa a peça era denominada Asp e no árabe faras, ambas com o mesmo significado que em sânscrito. Na Espanha e em Portugal a peça reteve o significado em sânscrito original, entretanto na França, Itália e Reino Unido seu significado foi alterado de modo a representar a cavalaria, influenciado por moralidades medievais que utilizavam o jogo como metáfora para retratar a sociedade. Na língua alemã a peça adquiriu uma nomenclatura diferente onde é denominada Springer que significa saltador. A denominação da peça pela Ásia tem o mesmo significado sânscrito sendo os nomes na China e Coreia ma e no Japão Kei-ma. Na Birmânia, Malásia e Java, os nomes são myin, kuda e jaran respectivamente

 

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